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Marte: Meteorito prova que vulcões no planeta vermelho tem pelo menos 2 bilhões de anos

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Os cientistas descobriram recentemente que Marte tinha vulcões há pelo menos 2 bilhões de anos, tornando-se o lar dos vulcões mais antigos conhecidos no Sistema Solar, graças a um estudo de um meteorito marciano encontrado em ‘Alegria’ em 2012.

O meteorito, chamado Northwest Africa 7635 (NWA 7635), foi encontrado para ser composto de shergottite, um elemento vulcânico conhecido por ser marciano. Popular Mechanics  observou que o elemento sempre foi difícil de envelhecer porque foi cristalizado 180 milhões de anos atrás, levando as pessoas a acreditar que o shergottite que desembarcou na Terra só pode ser rastreada até um evento central – quando algo bateu em Marte e Coisas ricochetearam para o planeta Terra.

A análise do meteorito de 6,9 ​​onças ajudou a determinar que um único vulcão entrou em erupção continuamente por mais de 2 bilhões de anos. Meteoritos como o NWA 7635 foram a razão pela qual os seres humanos tinham algo sobre o Planeta Vermelho para estudar, apesar do fato de que nenhum humano alguma vez desembarcou lá.

Mais de 100 meteoritos já coletados em todo o mundo foram identificados como marcianos. A Universidade de Purdue observou que graças à menor atração gravitacional de Marte, bem como à sua atmosfera mais fina, é agora mais fácil libertar fragmentos durante os impactos.

Infelizmente, não é um caminho direto, e fragmentos de rochas orbitam espaço por centenas de milhares de anos, pelo menos. Uma vez que eles chegam na Terra, eles começam a se degradar – tornando-se finalmente irreconhecível como rock extraterrestre.

O NWA 7635 veio com outros 10 meteoritos que têm cerca de 500 milhões de anos. Mas era diferente deles em um sentido que tem 2,4 bilhões de anos. Marte é conhecido por ter os vulcões mais magníficos do Sistema Solar. Olympus Mons, por exemplo, é um enorme vulcão escudo com 17 milhas de altura, por isso é verdadeiramente apenas uma questão de questionamento quando eles se formaram.

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  • Capitão Gyro

    Adoro notícias sobre Marte, e pensar que o planeta estava vivo geologicamente a não muito tempo atrás (em padrões cósmicos), nos dá mais uma pontinha de esperança de encontrarmos vida por lá. Tomara.